As energias renováveis são, na atualidade, um dos mais importantes assuntos para as discussões sobre o futuro da humanidade. Isso porque a própria energia elétrica é tão fundamental para a sociedade moderna que não se concebe mais nenhum trabalho ou lazer que não dependa dela. Indústrias, comércio, serviços, meios de comunicação, de transporte e até o acesso à água dependem de equipamentos movidos à energia elétrica.
Tamanha importância torna a produção de energia uma área estratégica para as nações de todo mundo. Ao mesmo tempo em que se busca ampliar a oferta e reduzir os custos, crescem as preocupações com a sustentabilidade e o meio ambiente. É nesse contexto que as energias renováveis surgem e ganham destaque, tendo apoio de diversos grupos e organizações para a sua ampliação, como o IDER.
Para entender o que são as energias renováveis, é preciso subdividir as maneiras de gerar energia elétrica em dois grupos. O primeiro utiliza fontes renováveis (água, sol, vento, biomassa, etc.) e o segundo fontes não renováveis (queima de combustíveis como gasolina, diesel, gás natural, urânio, carvão, etc.). As energias renováveis são aquelas cujas fontes não se esgotam, ou seja, se renovam. O sol, por exemplo, não irá deixar de brilhar se for aproveitado, bem como o vento pode ser usado por aerogeradores sem que se reduza sua velocidade.
Apesar disso, segundo as Nações Unidas, em 1998, 86% do o consumo mundial de energia primária foi proveniente de fontes não renováveis (petróleo, carvão, gás natural e nuclear), cabendo apenas 14 % às fontes renováveis. Além da preocupação permanente com o esgotamento destas fontes, isso tem acarretado na emissão de grandes quantidades de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, causador de sérios problemas de saúde pública e ambientais, como o efeito estufa.
Grande parte disso se deve à queima de combustível em veículos automotores, mas também na geração de energia elétrica em usinas termoelétricas. No Brasil, as condições naturais privilegiadas acabou incentivando sucessivos governos a adotar a opção hidroelétrica, fonte de aproximadamente 75% da energia do país. Rios com grande volume de água nascem em planaltos e criaram condições propícias para a instalação de grandes usinas hidroelétricas, como Tucuruí e Itaipú, a segunda maior do mundo, com capacidade instalada de 12.600 MW.
Utilizando a força das águas, as usinas hidroelétricas são fontes renováveis de energia, mas não podem ser consideradas limpas. Cada represa construída faz surgir grandes lagos que alagam vastos terrenos de mata virgem e contribuem para a destruição da biodiversidade. As termoelétricas também não são ecologicamente aconselháveis, já que queimam combustíveis não renováveis (diesel, gás, urânio) e emitem gases na atmosfera. A tecnologia, felizmente, já conseguiu aprimorar outros métodos de obtenção de energia que não prejudicam o meio ambiente.
São essas energias renováveis limpas que o IDER promove sua disseminação através dos seus projetos de desenvolvimento sustentável. É o caso das energias eólica, solar, da força das ondas, do uso do biogás e da extração de óleos vegetais para substituir derivados do petróleo, como é o caso do biodiesel.
Conheça aqui um pouco mais de cada uma dessas tecnologias.

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